Grupo da Cia de Dança Thais Nogueira
AV. Padre Anchieta 4003b - Peruibe -SP Encerrado as atividades desde 02/2014
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Arabesque em atitude
Arabesque em atitude
O aluno tem de “sair” de si mesma, quando está em arabesque. A perna puxa para fora e longe, crescendo, o braço na direção oposta e atinge todo o corpo para cima. É uma crescente posição, não é uma posição estática. Arabesque é uma posição onde a perna de trás reúne em uma maravilhosa linha. Contribui para a parte inferior das costas para ser flexível, bem como os quadris. Ao iniciar o arabesque certifique-se de manter as pernas baixas; a forma precisa ser sólida para poder alongar o movimento e subir mais a perna! Fique de pé em frente a perna de apoio, puxe o peito até o pescoço deixe descansar confortavelmente em cima dos ombros. Mantenha os ombros para baixo, não deixe que a tensão como conta nesta área. Isto acontece com um monte de bailarinos e obtêm um acumular de tensão nos músculos à volta do pescoço e ombros. O pescoço deve ser longo e gracioso.As posições dos braços variam de acordo com o arabesque. A quarta posição pode acompanhá-lo, mas muitas vezes um coreógrafo ou professor exigirá segunda ou quinta posição, ou o braço aberto na posse clássica. Quinta posição no arabesque é a mais difícil. Esta posição requer um perfeito posicionamento de corpo, e os braços serão uma ajuda para o seu equilíbrio. Esta é a razão pela qual corpo precisa estar em uma posição sólida, bem firme.
A linha a partir do braço, por meio do corpo, e as pernas, nunca deve quebrar. Isto é particularmente crucial no penché. Nunca quebrar costas. Um monte de bailarinos deixa o penché cair com as costas para frente, isto fará com que você saia do seu arabesqu
Arabesque
Uma das posições mais difíceis de dominar na técnica do balé, é o arabesque. O arabesque é um dos mais conhecidos e mais facilmente reconhecíveis passos de ballet. Esta posição, especialmente na ponta, não é fácil. Um arabesque é uma posição muito bonita quando está em pleno potencial.
O arabesque exige uma grande dose de força e equilíbrio. Esta é uma das posições que mostra a experiência real do bailarino. Um deslocamento de quadril, uma grande afluência, uma grande extensão da perna para trás ingressou com perfeita forma e equilíbrio … Muitos exercícios de barra e alongamentos são dedicados à arabesque. Assim como a força, a flexibilidade e a forma se unirem, o bailarino torna-se então pronto para trabalhar com ele

"Muitas garotas têm boa flexibilidade ao alongarem-se, mas encontram dificuldades de usar isso ao dançar, especialmente em um developpé. Se você simplesmente praticar esse passo repetidamente, o resultado pode ser coxas volumosas, sem um grande aumento na amplitude, na elevação da perna. Isso acontecerá se você estiver tentando usar a musculatura da frente da coxa, em vez de controlar a perna a partir do quadril.Para trabalhar os verdadeiros músculos necessários para elevar a perna devant, deite-se de costas, com suas pernas esticadas e suas mãos no quadril.
Lentamente puxe o pé na posição de retiré (sinta o interior das coxas trabalhando!)
Certifique-se de que os quadris ficaram alinhados e não basculados ou torcidos!
Lentamente desenvolva a perna em um developpé controlando o quadril (sem deixá-lo mexer) e vá aumentando a altura da perna.
Não tente enganar flexionando a bacia, e sinta a perna muito mais leve, então conseguirá focar no alinhamento correto!
Desça lentamente a perna, certificando-se de utilizar seu abdominal para não arquear as costas!
Se você puder controlar a perna e a bacia bem em um developpé a 90 graus sem mover os quadris, você será capaz de alcançar uma altura muito maior de perna quando você deixar a bacia entrar no movimento (ela tem que começar a mover um pouco para cima). No entanto, se você estiver lutando para obter os 90 graus, você encontrará muita dificuldade em ir além deste ponto, a menos que você realmente se concentre na sua estabilidade!
Você pode também fazer isso em um developpé a la seconde (deitada de lado), mas certifique-se de que seus quadris fiquem bem alinhados do início ao fim. Você precisará girar a bacia ligeiramente no final do movimento, mas isso deve ser gradual e apenas tanto quanto você realmente precisar!
Se você praticar o seu developpé nesta posição, seus músculos aprenderão como a controlar a perna mais facilmente, e você vai descobrir que sua amplitude de perna melhora muito rapidamente! Em seguida, quando você praticar em pé, sentirá tudo mais familializado!
Boa sorte!"
Abdomen
A dica hoje é sobre os musculos abdominais no exercicio da dança. Não se esqueça de que devemos sempre orar consagrando nossos corpos a Deus e pedir sempre que Ele nos proteja de quedas e lesões.
1) Para uma perfeita preensão abdominal, o bailarino precisa primeiro colocar para baixo as omoplatas, levantando o peito e contraindo levemente o músculo peitoral. Dessa forma, o músculo abdominal é alongado. Depois disso, e só depois, ele contrai as costelas como se quisesse trazê-las em direção ao umbigo, contraindo os músculos oblíquos do abdome.
2) O bailarino nunca deve fechar a parte de cima das costelas (próxima ao esterno), o que levaria ao desencaixe das omoplatas. Ele deve fechar a parte próxima às costelas flutuantes.
3) Atenção! São duas forças que se completam: primeiro colocam-se as omoplatas para baixo e só depois contrai-se o abdome, o que evita que o bailarino se projete para trás.
4) O bailarino precisa sentir que há um círculo de força se fechando ao redor de sua cintura, cerca de dois dedos acima do umbigo. Essa força é produzida pelo "transverso do abdome", um dos músculos que usamos para tossir.
5) Se impulsionarmos as omoplatas para baixo, fecharmos as costelas flutuantes como uma concha para baixo e tivermos o transverso do abdome dando essa sensação de um cordão apertando a cintura, teremos o músculo peitoral projetado para frente e, assim, o grande rombóide (que chamamos de asa) forte, apoiando o braço.
6) Por trás de todos esses encaixes, está o diafragma trabalhando normalmente, subindo e descendo e fazendo uma força de expansão pressionando a parede muscular, o que deixa os músculos abdominais bastante fortalecidos
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
ORAÇÃO DA BAILARINA>>>
Senhor,
Na barra nossa de cada dia permiti que eu consiga lembrar-me da seqüência correta dos exercícios, que eu consiga algum dia esticar o joelho o suficiente, que eu consiga controlar a tremedeira no attitude devant, que eu tenha os braços e saltos tão leves que a platéia pense que dançar é a coisa mais fácil do mundo, que eu mantenha sempre uma postura de rainha com olhares infinitos e pescoço de girafa.
Dai-me Senhor uma memória de elefante para saber a coreografia que foi mudada ontem, força hercúlea nos pés para conseguir subir na ponta, pernas de jogador de futebol, improvisação de atriz, eixo de peão para girar e equilíbrio para ficar imóvel em uma perna só para sempre.
Que eu tenha ,Senhor, dinheiro para pagar as meias que puxam o fio, as sapatilhas que furam e as roupas de apresentação que somente serão usadas duas vezes.
Ajudai-nos com linóleos perfeitos, coxias grandes, e no final de meses de ensaio prestigiai-nos Senhor com pelo menos um público para aplaudir-nos…
Amém.
Dai-me Senhor uma memória de elefante para saber a coreografia que foi mudada ontem, força hercúlea nos pés para conseguir subir na ponta, pernas de jogador de futebol, improvisação de atriz, eixo de peão para girar e equilíbrio para ficar imóvel em uma perna só para sempre.
Que eu tenha ,Senhor, dinheiro para pagar as meias que puxam o fio, as sapatilhas que furam e as roupas de apresentação que somente serão usadas duas vezes.
Ajudai-nos com linóleos perfeitos, coxias grandes, e no final de meses de ensaio prestigiai-nos Senhor com pelo menos um público para aplaudir-nos…
Amém.
Agradecimento
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Mae de bailarina
Mãe de bailarina
SER MÃE DE BAILARINA
Ser mãe de bailarina é se envolver até a alma
E misturar o amor com a dança
É se perder no tempo e observar os minutos que fogem
Vivendo intensamente este momento.
Desejando que o tempo pare
Para que eu possa me deter neste compasso
Deixar que a melodia assumisse o comando.
E me tornar prisioneira desta beleza que vem dos teus olhos.
É me encantar com o brilho que vejo no seu sorriso
Saber que a musica que está na ponta dos seus pés, toca sua alma.
É sentir orgulho da sua dedicação
Sabendo que tudo que fazes chega antes em seu coração
Ser mãe de bailarina
É acompanhar os seus pés soltando do chão
Voar com o seu bailado, como se tivesse ao seu lado.
E imaginar sermos únicas novamente
Trazer-te para o meu ventre e seguir no pulsar do seu coração.
(Iara Brandão)
Beneficios do Ballet e dança
A essência de todas as danças é exercício físico para qualquer idade.
Dá elasticidade, redesenha o corpo e combate o envelhecimento.
Ah!... postura de bailarina. Quem nunca sonhou com isso?
Corpo alongado, porte elegante, nada de barriga e excesso de peso, pernas duras, bumbum firme, andar leve de quem quase flutua. Dá para identificar de longe quem estudou balé, porque essas características se incorporam por toda a vida.
Dá elasticidade, redesenha o corpo e combate o envelhecimento.
Ah!... postura de bailarina. Quem nunca sonhou com isso?
Corpo alongado, porte elegante, nada de barriga e excesso de peso, pernas duras, bumbum firme, andar leve de quem quase flutua. Dá para identificar de longe quem estudou balé, porque essas características se incorporam por toda a vida.
Mas quem pensa que os benefícios do balé clássico se resumem ao aspecto físico,
não imagina as maravilhas que ele faz à alma. Exercitado através da
música clássica, o balé desperta emoções, libera tensões
por causa do grande esforço físico e mobiliza sentimentos.
não imagina as maravilhas que ele faz à alma. Exercitado através da
música clássica, o balé desperta emoções, libera tensões
por causa do grande esforço físico e mobiliza sentimentos.
"A aluna tem de interpretar a música que escuta, deixar que o sentimento saia de dentro do coração, da alma", diz a professora Halina Biernacka, um dos maiores nomes do balé no Brasil que, com mais de 80 anos de idade, ainda dá aulas e faz piruetas.
Por tudo isso, o balé proporciona equilíbrio entre corpo e mente, promovendo a harmonia interior. Aumenta a auto-estima e a autoconfiança, dá disposição física e bem-estar, combate a timidez, desenvolve a musicalidade e a agilidade mental.
O ballet também tem uma vantagem extra: é um forte aliado contra o envelhecimento,
pois dá firmeza ao corpo e ao espírito. "Com o tempo as pessoas tendem a perder altura", lembra Halina Biernacka. "Isso acontece porque o corpo 'senta' e se encolhe", explica. Mas quem estudou balé incorpora uma postura física e mental que favorece não só o corpo - que não se adapta mais a posições "largadas" -,
mas também o espírito, que permanece ágil.
Por tudo isso, o balé proporciona equilíbrio entre corpo e mente, promovendo a harmonia interior. Aumenta a auto-estima e a autoconfiança, dá disposição física e bem-estar, combate a timidez, desenvolve a musicalidade e a agilidade mental.
O ballet também tem uma vantagem extra: é um forte aliado contra o envelhecimento,
pois dá firmeza ao corpo e ao espírito. "Com o tempo as pessoas tendem a perder altura", lembra Halina Biernacka. "Isso acontece porque o corpo 'senta' e se encolhe", explica. Mas quem estudou balé incorpora uma postura física e mental que favorece não só o corpo - que não se adapta mais a posições "largadas" -,
mas também o espírito, que permanece ágil.
Você, que muitas vezes sonhou em experimentar este universo à parte,
pensa que os efeitos milagrosos do balé estão inacessíveis só porque
já passou da adolescência?
pensa que os efeitos milagrosos do balé estão inacessíveis só porque
já passou da adolescência?
Aí é que se engana, pois hoje os conceitos mudaram.
Embora o balé clássico continue sendo a base de todas as danças e
permaneça como arte tradicional em todo o mundo, já está sendo admitido como
modalidade de exercício físico que pode ser praticado por pessoas de qualquer idade.
Atento a essas mudanças e pronto a atender à demanda deste novo perfil de alunas,
o Studio Corpo e Dança também oferece classes especiais para esta nova categoria de alunas. Essas aulas, que evidentemente não formam profissionais, respeitam as limitações individuais, têm exercícios moderados e visam principalmente a correção da postura, alongamento e fortalecimento muscular do abdômen, glúteos e coxas.
Embora o balé clássico continue sendo a base de todas as danças e
permaneça como arte tradicional em todo o mundo, já está sendo admitido como
modalidade de exercício físico que pode ser praticado por pessoas de qualquer idade.
Atento a essas mudanças e pronto a atender à demanda deste novo perfil de alunas,
o Studio Corpo e Dança também oferece classes especiais para esta nova categoria de alunas. Essas aulas, que evidentemente não formam profissionais, respeitam as limitações individuais, têm exercícios moderados e visam principalmente a correção da postura, alongamento e fortalecimento muscular do abdômen, glúteos e coxas.
UNIFORME
Para a boa execução dos movimentos durante a aula ou os ensaios, é necessário
vestir-se adequadamente. Para as aulas de clássico, um collant, meia-calça,
sapatilha de ponta ou meia-ponta são suficientes. Pode-se colocar uma saia ou
short por cima do collant, desde que não atrapalhe a visão da sua postura pelo
professor, para que ele possa corrigi-la.
Nas aulas de jazz, usamos as sapatilhas de meia-ponta.
Nos dias frios, podemos usar meiões de lã, shorts ou calças justas, para manter o
vestir-se adequadamente. Para as aulas de clássico, um collant, meia-calça,
sapatilha de ponta ou meia-ponta são suficientes. Pode-se colocar uma saia ou
short por cima do collant, desde que não atrapalhe a visão da sua postura pelo
professor, para que ele possa corrigi-la.
Nas aulas de jazz, usamos as sapatilhas de meia-ponta.
Nos dias frios, podemos usar meiões de lã, shorts ou calças justas, para manter o
corpo aquecido. Existem casaquinhos feitos especialmente para as aulas,
que não incomodam e não atrapalham as correções dos professores.
que não incomodam e não atrapalham as correções dos professores.
CURIOSIDADES
O en dehors surgiu no Ballet da necessidade que tiveram os bailarinos em se adaptarem ao novo formato do palco,que de circular passou a horizontal, de visão única. Assim, foi preciso criar uma maneira de ampliar os movimentos na direção lateral
.O código do ballet é universal e todo em francês
.Dizer "merde" para todo artista antes de um espetáculo é uma maneira de dizer "boa sorte"
A palavra ‘emoção’ significa ‘mover’. Se a dança é a arte de mover, ela também é a arte da emoção.
A Professora THAIS NOGUEIRA no Programa A HORA do CHEF -TV LITORAL
A Professora Thais Nogueira esteve no Programa A Hora do Chef na TV Litoral-Peruibe SP
A Professora Thais Nogueira vez uma receita de familia torta de ricota enquanto conversava sobre dança com o apresentador Rubens Rivellino.
O Programa irá ao ar dia 15-11-2010 as 19hs.
O Programa pode ser assistido via internet é só escrever TV LITORAL -Peruibe.
http://tvlitoralperuibe.blogspot.com/
A Professora Thais Nogueira vez uma receita de familia torta de ricota enquanto conversava sobre dança com o apresentador Rubens Rivellino.
O Programa irá ao ar dia 15-11-2010 as 19hs.
O Programa pode ser assistido via internet é só escrever TV LITORAL -Peruibe.
http://tvlitoralperuibe.blogspot.com/
domingo, 7 de novembro de 2010
Datas Comemorativas
Datas Comemorativas
| "Dia Internacional da Dança" - Dia 29/04 | "Dia Nacional das Artes" - Dia 12/08 |
| "Dia Internacional do Sapateado"- Dia 25/05 | "Dia dos Artistas" - Dia 23/08 |
| "Dia do Solista" - Dia 14/06 | "Dia do Profissional da Dança" - Dia 23/11 |
| "Dia da Platéia" - Dia 27/07 | "Dia do Artista Profissional" - Dia 21/12 |
A bela Adormecida
Em um reino distante, todos os preparativos estão prontos para festejar o batizado da princesa Aurora. Chegam convidados de todo o reino, trazendo presentes para a pequena princesa. Cattalabutte, o mestre de cerimônias, certifica-se de que a lista de convidados está correta e conduz os convidados aos seus lugares. O Rei e a Rainha são os últimos a entrar, recebendo os cumprimentos de seus convidados.
As seis fadas madrinhas de Aurora chegam, trazendo consigo peculiares presentes, bençãos, dando à princesa diferentes qulidades. Mas antes que o presente mais poderoso fosse entregue, o da Fada Lilás, uma enorme nuvem negra e um forte estrondo de trovão quebra a paz daquela festividade. Soldados aterrorizados entram e anunciam a chegada da fada mais poderosa de todo o reino, a fada do mal, Carabosse, que vem em sua carruagem seguida por ratos sem ter sido convidada.
A fada do mal anuncia seu presente à Aurora, a princesa crescerá bela, graciosa, saudável, mas ao completar 15 anos furará seu dedo e morrerá. A Corte fica horrorizada, a rainha implora pela vida de sua filha, mas Carabosse é irredutível. Ela está prestes a ir embora, quando a Fada Lilás bloqueia seu caminho, e anuncia então a benção que ainda não havia sido dada à princesa. Diz que não poderá impedir o feitiço lançado pela poderosa Carabosse, mas irá amenizá-lo, ao furar o dedo Aurora não morrerá, mas dormirá por muito tempo, até que um nobre e belo rapaz se apaixonará por ela, e com um beijo em sua testa a acordará.
Carabosse, enfurecida, tenta fazer uma apelo às outras fadas, que a repelem. Ela retorna à sua carruagem e vai embora em uma nuvem de ira. O Rei, a Rainha, e toda a Corte se reunem em volta ao berço, jurando proteger a pequena princesa de todo o mal.
As seis fadas madrinhas de Aurora chegam, trazendo consigo peculiares presentes, bençãos, dando à princesa diferentes qulidades. Mas antes que o presente mais poderoso fosse entregue, o da Fada Lilás, uma enorme nuvem negra e um forte estrondo de trovão quebra a paz daquela festividade. Soldados aterrorizados entram e anunciam a chegada da fada mais poderosa de todo o reino, a fada do mal, Carabosse, que vem em sua carruagem seguida por ratos sem ter sido convidada.
A fada do mal anuncia seu presente à Aurora, a princesa crescerá bela, graciosa, saudável, mas ao completar 15 anos furará seu dedo e morrerá. A Corte fica horrorizada, a rainha implora pela vida de sua filha, mas Carabosse é irredutível. Ela está prestes a ir embora, quando a Fada Lilás bloqueia seu caminho, e anuncia então a benção que ainda não havia sido dada à princesa. Diz que não poderá impedir o feitiço lançado pela poderosa Carabosse, mas irá amenizá-lo, ao furar o dedo Aurora não morrerá, mas dormirá por muito tempo, até que um nobre e belo rapaz se apaixonará por ela, e com um beijo em sua testa a acordará.
Carabosse, enfurecida, tenta fazer uma apelo às outras fadas, que a repelem. Ela retorna à sua carruagem e vai embora em uma nuvem de ira. O Rei, a Rainha, e toda a Corte se reunem em volta ao berço, jurando proteger a pequena princesa de todo o mal.
Ato I - O Feitiço - Quinze anos depois, no jardim do Castelo
É o aniversário de Aurora e os preparativos estão todos prontos. A Corte inteira aguarda ansiosa a vinda da Princesa para saudar seus pais e os convidados. Quatro príncipes, vindos de diferentes países para homenagear e cortejar a princesa dançam com ela, que encanta a cada um deles com sua beleza e com sua dança.
A celebração prossegue, até que uma misteriosa figura envolta em um manto preto aparece, oferecendo um presente à princesa. É uma agulha, e a princesa nunca tinha visto nada como isso antes, pois objetos pontiagudos haviam sido proibidos por um decreto de seu pai. Fascinada, ela começa a brincar com a agulha, sem saber do risco que corre. Antes que alguém consiga pará-la, ela pica seu dedo e imediatamente começa a sentir os efeitos do feitiço. Ela dança atordoada até desmaiar. A figura que deu a agulha à princesa tira seu manto e revela ser Carabosse. A velha mulher ri da angústia de todos; os príncipes empunham suas espadas e a procuram, mas ela rapidamente desaparece, em meio à fumaça e fogo.
Após o desaparecimento de Carabosse, Fada Lilás aparece, assegurando ao Rei e à Rainha que Aurora não morreu, está apenas em um sono profundo. Chega o momento de concretizar o feitiço prometido no batizado da princesa, Fada Lilás, voltando-se para a população, que se encontrava no jardim, agita sua varinha, e o feitiço começa. O reino inteiro cai em sono profundo, com grandes arbustos e folhas encobrindo a todo o Castelo e seus jardins, protegendo a população dos olhos dos curiosos e dos malfeitores.
É o aniversário de Aurora e os preparativos estão todos prontos. A Corte inteira aguarda ansiosa a vinda da Princesa para saudar seus pais e os convidados. Quatro príncipes, vindos de diferentes países para homenagear e cortejar a princesa dançam com ela, que encanta a cada um deles com sua beleza e com sua dança.
A celebração prossegue, até que uma misteriosa figura envolta em um manto preto aparece, oferecendo um presente à princesa. É uma agulha, e a princesa nunca tinha visto nada como isso antes, pois objetos pontiagudos haviam sido proibidos por um decreto de seu pai. Fascinada, ela começa a brincar com a agulha, sem saber do risco que corre. Antes que alguém consiga pará-la, ela pica seu dedo e imediatamente começa a sentir os efeitos do feitiço. Ela dança atordoada até desmaiar. A figura que deu a agulha à princesa tira seu manto e revela ser Carabosse. A velha mulher ri da angústia de todos; os príncipes empunham suas espadas e a procuram, mas ela rapidamente desaparece, em meio à fumaça e fogo.
Após o desaparecimento de Carabosse, Fada Lilás aparece, assegurando ao Rei e à Rainha que Aurora não morreu, está apenas em um sono profundo. Chega o momento de concretizar o feitiço prometido no batizado da princesa, Fada Lilás, voltando-se para a população, que se encontrava no jardim, agita sua varinha, e o feitiço começa. O reino inteiro cai em sono profundo, com grandes arbustos e folhas encobrindo a todo o Castelo e seus jardins, protegendo a população dos olhos dos curiosos e dos malfeitores.
Ato II - A visão - Um reino distante, a floresta - Cem anos depois
Uma caçada chega a uma clareira na floresta, liderada pelo Príncipe Desirée. Nenhuma das diversões de seus amigos nobres ou dos amigáveis aldeões consegue dissipar sua tristeza, ele é deixado à sós com seus devaneios. A Fada Lilás aparece e faz o Príncipe ter uma visão, da adormecida Princesa Aurora. O Príncipe é conquistado pela sua beleza e pergunta à Fada Lilás quem é a bela moça e onde ele pode encontrá-la. A Fada faz parecer que a Princesa está ali mesmo, agitando sua varinha aparecem os espíritos da floresta, e no meio deles está a Princesa. Ela dança com o príncipe no meio dos espíritos, e desaparece com eles.
O Príncipe fica realmente ansioso para encontrar Aurora, e a Fada acena para que ele una-se a ela em seu barco de concha, eles navegam juntos o rio, rumo ao reino do rei Florestan
Uma caçada chega a uma clareira na floresta, liderada pelo Príncipe Desirée. Nenhuma das diversões de seus amigos nobres ou dos amigáveis aldeões consegue dissipar sua tristeza, ele é deixado à sós com seus devaneios. A Fada Lilás aparece e faz o Príncipe ter uma visão, da adormecida Princesa Aurora. O Príncipe é conquistado pela sua beleza e pergunta à Fada Lilás quem é a bela moça e onde ele pode encontrá-la. A Fada faz parecer que a Princesa está ali mesmo, agitando sua varinha aparecem os espíritos da floresta, e no meio deles está a Princesa. Ela dança com o príncipe no meio dos espíritos, e desaparece com eles.
O Príncipe fica realmente ansioso para encontrar Aurora, e a Fada acena para que ele una-se a ela em seu barco de concha, eles navegam juntos o rio, rumo ao reino do rei Florestan
Ato III - O Despertar - No Castelo
O Príncipe Desirée e a Fada Lilás adentram os jardins do castelo, onde todos ainda dormem, até chegarem aos aposentos da Princesa, através de um caminho repleto de enormes teias de aranha. O Príncipe Desirée beija a testa de Aurora, despertando-a e a todo o reino, os arbustos e teias de aranha desaparecem. Desirée pede a mão de Aurora em casamento ao Rei Florestan, que imediatamente consente.
O Príncipe Desirée e a Fada Lilás adentram os jardins do castelo, onde todos ainda dormem, até chegarem aos aposentos da Princesa, através de um caminho repleto de enormes teias de aranha. O Príncipe Desirée beija a testa de Aurora, despertando-a e a todo o reino, os arbustos e teias de aranha desaparecem. Desirée pede a mão de Aurora em casamento ao Rei Florestan, que imediatamente consente.
Homenageando o casal, Fada Lilás convoca todos os personagens encantados. O gato de botas e a gata branca,chapeuzinho vermelho e o lobo mau, Cinderela e o príncipe, a Bela e a Fera, o pássaro azul e a princesa encantada, etc. Todos dançam alegremente, comemorando.
Coppelia
Ato I
Em uma vila da Cracóvia, Swanilda beija sua mãe e seu pai, Burgomeister, antes de partirem. Swanilda, ao avistar Coppélia, uma moça que, todos os dias, lê um livro na sacada do exótico Dr. Coppélius, tenta atrair sua atenção, mas não consegue.
Franz, o noivo de Swanilda, chega com flores. Sem encontrá-la, está prestes a ir embora, quando vê Coppélia – que o surpreende ao deixar cair seu livro, levantar-se e jogar-lhe um beijo. Swanilda, ao ver Franz mandar um beijo de volta para Coppélia, fica furiosa por ele estar flertando com outra garota na véspera de seu casamento.
Os aldeãos chegam para começar com os preparativos do casamento, interrompendo a discussão. Burgomeister, explicando os detalhes da festa, fica preocupado ao perceber que os noivos se desentenderam. Borgomeister sugere à Swanilda que ela “escute o trigo”: se ela ouvir qualquer coisa ao agitar o trigo, então Franz é seu amor verdadeiro. Aborrecida por não ouvir nada, ela parte para dançar com seus amigos. Franz persegue Swanilda, tentando atrair sua atenção, mas ela o ignora.
Dr. Coppélius certifica-se de que a praça da aldeia está vazia antes de deixar sua casa e sua querida Coppélia, mas é surpreendido por jovens que o importunam; ele afugenta-os com sua bengala. Swanilda sai de sua casa para ajudá-lo, mas ele, irritado, vai embora, deixando-a de lado. Swanilda percebe que Coppelius deixou cair a chave da porta da frente de sua casa. Ela e suas amigas entram na misteriosa casa, para saber o que há lá dentro e para falar com sua rival, Coppélia.
Ato II
Dentro da escura e misteriosa casa de Dr. Coppélius, as garotas procuram Coppélia. Encontrando-a atrás de uma cortina, ficam chocadas ao notar que ela é apenas uma boneca mecânica, tão bem feita que parece humana. Elas gargalham ao lembrar que Franz provavelmente se apaixonou por uma boneca. Logo depois encontram outros bonecos mecânicos e se divertem com eles.
Não encontrando Swanilda em casa, Franz está prestes a ir embora quando avista o livro de Coppélia. Dr. Coppélius retorna, procura por sua chave, e percebe que sua porta está aberta. Ele entra na casa para investigar. Franz consegue uma escada e sobe na sacada, pretendendo entregar o livro à Coppélia.
Dr. Coppélius, ao chegar, expulsa todas as garotas de sua casa, todas exceto Swanilda, que se esconde atrás da cortina, juntamente com Coppélia. Franz chega, esperando encontrar Coppélia, mas Dr. Coppélius o afronta. Enquanto Franz explica que quer conhecer a atraente moça, Dr. Coppélius tem uma idéia. Ele oferece a Franz uma bebida, na qual colocou uma poção adormecedora. Franz cai adormecido e, Dr. Coppélius, inicia a execução de seu plano, ele pretende roubar a força vital de Franz para dá-la à Coppélia. Swanilda, que escondida percebera tudo, veste as roupas de Coppélia, fingindo ganhar vida com a magia do velho, executa danças de diversos lugares, espanholas, escocesas, etc. Ao mesmo tempo, tenta acordar Franz.
Coppélius fica emocionado quando sua mais perfeita boneca toma vida, pois finalmente terá alguém real para dividir sua solidão. Os sons de atividade do lado de fora da casa anunciam o amanhecer. Swanilda finalmente desperta o sonolento Franz, revelando à Dr. Coppélius que ela não é a boneca, em seguida foge da casa com Franz.
Ato III
Os aldeãos ficam surpresos quando Swanilda (vestida de Coppélia) e Franz saem da casa de Coppélius, já está quase na hora do casamento, mas eles ainda não estão prontos para a cerimônia. Eles correm para se preparar. Finalmente os dois estão casados, mas Dr. Coppélius interrompe, exigindo uma compensação pelos danos causados por Swanilda. Ela oferece seu dote, mas seu pai intercede para pagar. A aldeia se une a Franz e Swanilda na celebração de seu casamento, e até Dr. Coppelius compartilha a alegria.
Raymonda
to I – Palácio de Raymonda
No século XIII uma bela jovem chamada Raymonda, sobrinha da Condessa Sybil de Daurice da França, preocupa-se com os preparativos de sua festa de aniversário. Enquanto isso, a Condessa mostra a todos a estátua da Dama Branca, uma antepassada sua, que castiga os que se mostram infiéis às tradições da família.
O noivo de Raymonda, o Cavaleiro Jean de Brienne, chega ao palácio para se despedir, pois irá para uma cruzada chefiada pelo Rei Andrei II, da Hungria. Mas promete estar presente em sua festa de aniversário.
Durante a noite, surge para Raymonda o fantasma da Dama Branca, que a conduz ao Reino Mágico da Fantasia. Lá encontra seu amado Jean de Brienne, com o qual dança por muito tempo, alegremente. No entanto, repentinamente, seu noivo desaparece, dando lugar a um estranho, um Cavaleiro Oriental, este faz uma apaixonada declaração de amor a Raymonda. Assustada, desfalece, acordando no outro dia com a impressão de que tudo aquilo poderia ser uma premonição.
O noivo de Raymonda, o Cavaleiro Jean de Brienne, chega ao palácio para se despedir, pois irá para uma cruzada chefiada pelo Rei Andrei II, da Hungria. Mas promete estar presente em sua festa de aniversário.
Durante a noite, surge para Raymonda o fantasma da Dama Branca, que a conduz ao Reino Mágico da Fantasia. Lá encontra seu amado Jean de Brienne, com o qual dança por muito tempo, alegremente. No entanto, repentinamente, seu noivo desaparece, dando lugar a um estranho, um Cavaleiro Oriental, este faz uma apaixonada declaração de amor a Raymonda. Assustada, desfalece, acordando no outro dia com a impressão de que tudo aquilo poderia ser uma premonição.
Ato II – No castelo dos Daurice
Chega o momento de sua festa de aniversário, os convidados vão adentrando ao palácio e Raymonda imediatamente nota a presença do cavaleiro sarraceno Abderakhman e sua enorme comitiva. Percebendo que se trata do cavaleiro de seu sonho, a moça fica assustada.
Abderakhman oferece à jovem poder e riqueza em troca da sua mão, porém a moça o repele, o que lhe enfurece e faz tomar a decisão de raptá-la. Nesse momento entram no palácio Jean de Brienne e os outros cavaleiros que vieram da cruzada. Tendo conhecimento da situação Jean inicia um duelo com seu rival, acabando vencedor, podendo desta forma continuar feliz na companhia de sua amada.
Abderakhman oferece à jovem poder e riqueza em troca da sua mão, porém a moça o repele, o que lhe enfurece e faz tomar a decisão de raptá-la. Nesse momento entram no palácio Jean de Brienne e os outros cavaleiros que vieram da cruzada. Tendo conhecimento da situação Jean inicia um duelo com seu rival, acabando vencedor, podendo desta forma continuar feliz na companhia de sua amada.
Ato III – Parque do castelo de Jean de Brienne
Uma outra grande festa é realizada, desta vez para celebrar o casamento de Jean e Raymonda, o rei Andrei II abençoa os noivos. A comemoração termina com um grande baile húngaro em homenagem ao rei
Scheherazade
Há muito tempo atrás era conhecido de todos um famoso sultão chamado Shariar, senhor de um luxuoso harém. Ele tinha, como todos os de sua posição, uma favorita: a formosa Zobeida, que o encantava, e a tantos outros que a conheciam.
Zeman, irmão do sultão, que presenciara algumas conversas das mulheres do harém, começou a suspeitar da fidelidade de Zobeida. Depois de muito pensar, alertou o irmão do que poderia estar acontecendo.
Sem muito acreditar, Shariar concordou em deixar o harém e a sua favorita por algum tempo, fingindo que ia caçar com o irmão. Logo depois de sua suposta partida as mulheres conseguem persuadir o chefe eunuco, seu guardião, a abrir as portas do harém para que os escravos masculinos entrassem e com elas se divertissem numa grande festa.
O mais belo entre eles, vestindo trajes de ouro, é eleito por Zobeida para seu par nas danças sensuais que as mulheres do sultão costumavam fazer. No auge do divertimento, a festa é interrompida pelo regresso antecipado de Shariar. Certificando-se da desconfiança do irmão e humilhado na frente dos amigos, o sultão ordena uma matança geral à qual ninguém escapa. Zobeida, desesperada por ser a causadora de tantas mortes e envergonhada por ver conhecida sua verdadeira personalidade, se mata com uma punhalada no coração, aos pés do seu senhor.
Zeman, irmão do sultão, que presenciara algumas conversas das mulheres do harém, começou a suspeitar da fidelidade de Zobeida. Depois de muito pensar, alertou o irmão do que poderia estar acontecendo.
Sem muito acreditar, Shariar concordou em deixar o harém e a sua favorita por algum tempo, fingindo que ia caçar com o irmão. Logo depois de sua suposta partida as mulheres conseguem persuadir o chefe eunuco, seu guardião, a abrir as portas do harém para que os escravos masculinos entrassem e com elas se divertissem numa grande festa.
O mais belo entre eles, vestindo trajes de ouro, é eleito por Zobeida para seu par nas danças sensuais que as mulheres do sultão costumavam fazer. No auge do divertimento, a festa é interrompida pelo regresso antecipado de Shariar. Certificando-se da desconfiança do irmão e humilhado na frente dos amigos, o sultão ordena uma matança geral à qual ninguém escapa. Zobeida, desesperada por ser a causadora de tantas mortes e envergonhada por ver conhecida sua verdadeira personalidade, se mata com uma punhalada no coração, aos pés do seu senhor.
Dom Quixote
Prólogo
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
O Corsário
Prólogo - O Naufrágio
Um grupo de piratas, Conrado, Birbanto e o escravo Ali, são surpreendidos no mar por uma forte tempestade, em pouco tempo seu navio encalha.
Ato I
Cena I
Conrado e os outros piratas são levados até a praia pelas ondas. Jovens gregas, lideradas por Medora e Gulnara aparecem na praia, e logo descobrem o naufrágio, imediatamente Medora e Conrado se apaixonam. Em seguida um grupo de mercadores turcos, comandados por Lankendem, em busca de jovens mulheres para serem vendidas como escravas. Os turcos capturam as jovens gregas por uma boa quantia oferecida por Lankendem, que as leva para o mercado escravo. Os corsários as seguem, para tentar resgatá-las.
Cena II – O Mercado Escravo
Em meio ao povo surge o rico Paxá Seid, procurando por belas mulheres para serem compradas para seu harém. Lankendem mostra ao Paxá todas as mulheres capturadas em suas viagens por terras distantes, mas nenhuma lhe causa interesse, até que apresenta Gulnara, dançando com ela um Pas d’action (Pas d’esclave).
Encantado com sua beleza, o rico Paxá paga enorme quantia para tê-la em seu harém, mas o trunfo de Lankendem havia sido guardado para o final, a bela Medora. Imediatamente o Paxá faz sua oferta, mas para sua surpresa um desconhecido faz uma oferta maior do que a sua, ganhando a disputa por Medora. O desconhecido revela ser Conrado e leva embora, juntamente com os outros corsários, Medora, suas amigas e o mercador Lankendem, este último preso.
Em meio ao povo surge o rico Paxá Seid, procurando por belas mulheres para serem compradas para seu harém. Lankendem mostra ao Paxá todas as mulheres capturadas em suas viagens por terras distantes, mas nenhuma lhe causa interesse, até que apresenta Gulnara, dançando com ela um Pas d’action (Pas d’esclave).
Encantado com sua beleza, o rico Paxá paga enorme quantia para tê-la em seu harém, mas o trunfo de Lankendem havia sido guardado para o final, a bela Medora. Imediatamente o Paxá faz sua oferta, mas para sua surpresa um desconhecido faz uma oferta maior do que a sua, ganhando a disputa por Medora. O desconhecido revela ser Conrado e leva embora, juntamente com os outros corsários, Medora, suas amigas e o mercador Lankendem, este último preso.
Ato II – A Caverna dos Corsários
Conrado e os outros corsários levam Medora e suas amigas para dentro de sua caverna, onde guardam seus tesouros. No auge das celebrações Medora e Conrado declaram seu amor e Ali, o mais fiel corsário à Conrado, jura ser um devotado escravo à Medora. Os três dançam o Grand Pas Classique (também chamado Grand Pas de Deux a Trois ou Le Corsaire Pas de Deux).
Uma das mulheres pede à Medora que interceda, em nome de todas, para que sejam libertadas. Conrado promete libertá-las, mas Birbanto, um dos corsários, e seus amigos protestam, iniciando uma briga. Conrado cumpre o prometido, o que leva Birbanto e seus amigo a firmar acordo com Lankendem, em troca de sua liberdade Lankendem ensinaria-lhe uma poção, que quando espirrada em flores, qualquer um que as cheirasse adormeceria imediatamente.
Conrado e Medora aparecem, felizes com a chance de estarem finalmente sozinhos. Lankendem dá a Medora um buquê de flores para que ela dê a Conrado, que ao cheirá-las adormece. Lankendem, Birbanto e seus parceiros capturam Medora. Conrado acorda e juntamente com Ali vai em busca de Medora, para salva-la novamente.
Ato III
Cena I – O Harém do Paxá
Gulnare está sendo festejada pelo Paxá quando Lankendem chega com mais três lindas mulheres para entreter o harém. Elas dançam o Pas de Trois (o Grand Pas de Trois des Odalisques), em seguida o mercador traz o grande prêmio, Medora, apesar de muito triste por ter sido capturada ela se anima ao ver sua amiga Gulnare.
Cena II – Le Jardin Animé
Medora, Gulnare e as mulheres do harém vão juntas a um jardim repleto de flores e fontes mágicas, celebrar a beleza, graça e harmonia.
Cena III – O Resgate
O Paxá é alertado sobre a chegada de misteriosos peregrinos, o que coincide com a oração da tarde, sendo então conduzida pelo seu líder, que é na verdade Conrado disfarçado. Sua identidade é revelada, mas a tempo de resgatar Medora e Gulnare.
Epílogo
Medora, Conrado, Gulnare e Ali partem em busca de novas aventuras.
Conrado e os outros corsários levam Medora e suas amigas para dentro de sua caverna, onde guardam seus tesouros. No auge das celebrações Medora e Conrado declaram seu amor e Ali, o mais fiel corsário à Conrado, jura ser um devotado escravo à Medora. Os três dançam o Grand Pas Classique (também chamado Grand Pas de Deux a Trois ou Le Corsaire Pas de Deux).
Uma das mulheres pede à Medora que interceda, em nome de todas, para que sejam libertadas. Conrado promete libertá-las, mas Birbanto, um dos corsários, e seus amigos protestam, iniciando uma briga. Conrado cumpre o prometido, o que leva Birbanto e seus amigo a firmar acordo com Lankendem, em troca de sua liberdade Lankendem ensinaria-lhe uma poção, que quando espirrada em flores, qualquer um que as cheirasse adormeceria imediatamente.
Conrado e Medora aparecem, felizes com a chance de estarem finalmente sozinhos. Lankendem dá a Medora um buquê de flores para que ela dê a Conrado, que ao cheirá-las adormece. Lankendem, Birbanto e seus parceiros capturam Medora. Conrado acorda e juntamente com Ali vai em busca de Medora, para salva-la novamente.
Ato III
Cena I – O Harém do Paxá
Gulnare está sendo festejada pelo Paxá quando Lankendem chega com mais três lindas mulheres para entreter o harém. Elas dançam o Pas de Trois (o Grand Pas de Trois des Odalisques), em seguida o mercador traz o grande prêmio, Medora, apesar de muito triste por ter sido capturada ela se anima ao ver sua amiga Gulnare.
Cena II – Le Jardin Animé
Medora, Gulnare e as mulheres do harém vão juntas a um jardim repleto de flores e fontes mágicas, celebrar a beleza, graça e harmonia.
Cena III – O Resgate
O Paxá é alertado sobre a chegada de misteriosos peregrinos, o que coincide com a oração da tarde, sendo então conduzida pelo seu líder, que é na verdade Conrado disfarçado. Sua identidade é revelada, mas a tempo de resgatar Medora e Gulnare.
Epílogo
Medora, Conrado, Gulnare e Ali partem em busca de novas aventuras.
Espectro da Rosa
Após uma grande festa no palácio, uma certa jovem sente-se cansada, mas ao mesmo tempo impressionada com tudo o que aconteceu na festa. Ela retorna ao seu quarto lembrando de cada momento que passou, em suas mãos traz uma rosa, presente de um rapaz.
Em seu quarto, dorme profundamente, sonhando que o espectro da rosa entra voando pela janela, eles dançam por muito tempo, até que o espectro sai novamente pelo mesmo lugar por onde entrou.
Aos poucos a moça vai despertando, sentindo-se confusa, mas ao mesmo tempo alegre. Vê a rosa no chão, apanha-a e coloca-a junto ao seu coração, recordando tudo o que aconteceu.
Em seu quarto, dorme profundamente, sonhando que o espectro da rosa entra voando pela janela, eles dançam por muito tempo, até que o espectro sai novamente pelo mesmo lugar por onde entrou.
Aos poucos a moça vai despertando, sentindo-se confusa, mas ao mesmo tempo alegre. Vê a rosa no chão, apanha-a e coloca-a junto ao seu coração, recordando tudo o que aconteceu.
Passaro de Fogo
No jardim do mago Katschei havia muitas árvores, que durante todo o ano davam frutos encantados: maravilhosas maçãs de ouro. Nesse mesmo jardim viviam também algumas prisioneiras. Eram belíssimas jovens raptadas e enfeitiçadas pelo mago, que as mantinha ali para preencher o seu feudo com juventude e beleza.
Num lindo dia de sol o príncipe Ivan, que passeava pelos arredores, entra sem perceber no jardim e tem uma visão extraordinária. Atraído pelas maçãs mágicas, um Pássaro de Fogo voava passando bem próximo dele. Ivan consegue segurar o belo pássaro de plumas de ouro, avermelhado e brilhante. Assustado, temendo se tornar prisioneiro, este implora por sua liberdade e, em troca, oferece uma de suas plumas. Elas tinham o poder de proteger contra os feitiços do poderoso mago do jardim.
Impressionado com toda aquela aventura, Ivan permanece algum tempo por perto da propriedade encantada. Durante a noite, vê as princesas prisioneiras saírem do castelo de Katschei. Até o dia começar a nascer elas tinham liberdade para brincadeiras e jogos no jardim com os frutos de ouro.
O rapaz é visto pela mais bonita das moças que timidamente se aproxima e conta sua história. Ela também lhe avisa que o grande mago costuma prender os viajantes e andarilhos transformando-os em pedras. E faz isso porque teme que se espalhe o segredo da sua magia. Ivan se apaixona por ela, quer saber mais sobre sua vida e sobre suas amigas, mas logo tem de deixá-la voltar, pois o dia amanhece. Além disso, eles já estavam sob ameaça de castigo porque as prisioneiras eram proibidas de falar com estranhos.
Inconformado, Ivan quer segui-la, mas a moça implora para que não o faça, dizendo ser muito perigoso desobedecer ao mago dentro do seu reino. Ivan fica muito triste e finge aceitar o pedido da bela jovem. No entanto, corajosamente a segue pelo jardim, até que, de repente, as sinetas de alarme soam e um pequeno exército de monstros aparece. A guarda do mago ataca o príncipe e o prende. Depois, leva-o à presença de Katschei que, furioso, lança sobre ele os seus feitiços.
Recordando-se da pluma encantada que havia ganhado do Pássaro de Fogo, apanha-a rapidamente. Segurando-a firme nas mãos, ele agita a pluma encantada na frente do rosto do poderoso senhor. Nesse instante reaparece o Pássaro Encantado, como que chamado pelo príncipe para que viesse em seu socorro, e obriga Katschei e seus monstros a dançar até caírem exaustos.
O Passaro de Fogo conta a Ivan que conhece o antigo e grande segredo do mago: a imortalidade da sua alma estaria trancada num grande ovo. Assim fazendo ordena-lhe que procure o ovo que se apodere dele.
O príncipe consegue encontrá-lo e ainda seguindo as ordens do pássaro, quebra o ovo. No mesmo instante o mago morre, o castelo desaparece e as princesas ficam livres novamente.
A bela princesa se reencontra com o jovem lvan e eles prometem amar-se para sempre, enquanto o Pássaro de Fogo desaparece entre as árvores do jardim. Uma grande festa no novo reino é oferecida para os jovens e para os mais velhos, em honra do amor e da liberdade.
Num lindo dia de sol o príncipe Ivan, que passeava pelos arredores, entra sem perceber no jardim e tem uma visão extraordinária. Atraído pelas maçãs mágicas, um Pássaro de Fogo voava passando bem próximo dele. Ivan consegue segurar o belo pássaro de plumas de ouro, avermelhado e brilhante. Assustado, temendo se tornar prisioneiro, este implora por sua liberdade e, em troca, oferece uma de suas plumas. Elas tinham o poder de proteger contra os feitiços do poderoso mago do jardim.
Impressionado com toda aquela aventura, Ivan permanece algum tempo por perto da propriedade encantada. Durante a noite, vê as princesas prisioneiras saírem do castelo de Katschei. Até o dia começar a nascer elas tinham liberdade para brincadeiras e jogos no jardim com os frutos de ouro.
O rapaz é visto pela mais bonita das moças que timidamente se aproxima e conta sua história. Ela também lhe avisa que o grande mago costuma prender os viajantes e andarilhos transformando-os em pedras. E faz isso porque teme que se espalhe o segredo da sua magia. Ivan se apaixona por ela, quer saber mais sobre sua vida e sobre suas amigas, mas logo tem de deixá-la voltar, pois o dia amanhece. Além disso, eles já estavam sob ameaça de castigo porque as prisioneiras eram proibidas de falar com estranhos.
Inconformado, Ivan quer segui-la, mas a moça implora para que não o faça, dizendo ser muito perigoso desobedecer ao mago dentro do seu reino. Ivan fica muito triste e finge aceitar o pedido da bela jovem. No entanto, corajosamente a segue pelo jardim, até que, de repente, as sinetas de alarme soam e um pequeno exército de monstros aparece. A guarda do mago ataca o príncipe e o prende. Depois, leva-o à presença de Katschei que, furioso, lança sobre ele os seus feitiços.
Recordando-se da pluma encantada que havia ganhado do Pássaro de Fogo, apanha-a rapidamente. Segurando-a firme nas mãos, ele agita a pluma encantada na frente do rosto do poderoso senhor. Nesse instante reaparece o Pássaro Encantado, como que chamado pelo príncipe para que viesse em seu socorro, e obriga Katschei e seus monstros a dançar até caírem exaustos.
O Passaro de Fogo conta a Ivan que conhece o antigo e grande segredo do mago: a imortalidade da sua alma estaria trancada num grande ovo. Assim fazendo ordena-lhe que procure o ovo que se apodere dele.
O príncipe consegue encontrá-lo e ainda seguindo as ordens do pássaro, quebra o ovo. No mesmo instante o mago morre, o castelo desaparece e as princesas ficam livres novamente.
A bela princesa se reencontra com o jovem lvan e eles prometem amar-se para sempre, enquanto o Pássaro de Fogo desaparece entre as árvores do jardim. Uma grande festa no novo reino é oferecida para os jovens e para os mais velhos, em honra do amor e da liberdade.
La Fille Mal Gardée
Ato I – Na Fazenda
Em uma fazenda, na França, moram a viúva Simone e sua filha Lise. A jovem está apaixonada pelo camponês Colas, empregado da fazenda. O romance dos dois desagrada profundamente a viúva, que possui ambiciosos planos para sua filha.
Os encontros de Colas e Lise são sempre às escondidas, no entanto rotineiramente acabam sendo flagrados por Simone. O casal possuía um código, todas as vezes que Lise ia se encontrar com Colas no celeiro e não lhe encontrava deixava ali um lenço amarrado, como símbolo de seu amor. O rapaz ao encontrar o lenço colocava-o na porta de Lise, tendo assim a mesma representação.
Thomas, um rico proprietário de uma plantação de uvas, chega à fazenda de Simone, acompanhado por seu filho Alan. Thomas pede a mão de Lise para seu filho. O jovem tenta fazer uma ridícula exibição para Lise com seu guarda-chuva, o que a irrita ainda mais.
Todos resolvem partir para o campo para celebrar a colheita do dia. O que agrada Lise, pois imagina que irá encontrar Colas entre os Camponeses.
Ato II – Os Campos de Milho
Na comemoração Alan e Lise dançam juntos, no entanto os camponeses fazem brincadeiras envolvendo o rapaz, que acaba perdendo seu par para Colas. Lise e o camponês se afastam por alguns instantes, trocando juras de amor. Enquanto isso Simone é distraída pelos camponeses, que dançam alegremente com ela. Percebe o desaparecimento de Lise mas não consegue encontrá-la.
Ato III – No interior da fazenda
Uma tempestade cai, acabando com a festa. Lise vai para casa e é trancada pela mãe para que não desapareça novamente. Colas, que veio escondido entre os camponeses consegue entrar na casa, a moça ouve os passos da mãe e esconde Colas em seu quarto. Lise vai para a sala e concorda com tudo que a mãe propõe, Simone acha estranho, manda a filha ir esperar no quarto a visita de seu noivo.
Colas e Lise trocam os lenços que usam no pescoço como forma de selar um compromisso. Alan e seu pai chegam à fazenda com um juiz e um escrivão para assinar o contrato de casamento. Simone entrega ao noivo a chave do quarto de Lise para que vá buscá-la para a realização da cerimônia, ao abrir a porta depara-se com os namorados. Thomas, furioso, rasga o contrato de casamento.
Lise e Colas enfrentam a viúva, que acaba se convencendo que ele é o melhor para sua filha. Os dois se casam com a benção de Simone, em uma grande festa organizada pelos camponeses.
A FILHA DO FARAÓ
Cena I
Um jovem inglês, Lord Wilson, viaja pelo Egito com seu assitente, John Bull. Aos pés de uma pirâmide eles conhecem uma caravana de mercadores árabes que gentilmente os convidam a entrar em sua tenda. Uma poderosa tempestade de areia os surpreende, obrigando-os a se abrigarem na pirâmide.
Cena II
O guardião da pirâmide pede aos inesperados hóspedes que respeitem o lugar, apontando para um sarcófago no fundo da piramide, onde está Aspicia, a filha de um dos mais poderosos Faraós egípcios. Sentados em um canto da pirâmide, os mercadores árabes acendem um cachimbo de ópio, Lord Wilson também o fuma e adormece.
Inebriado pelo fumo, se projeta em um sonho à época faraônica: As paredes do sepulcro desaparecem e as múmias tomam vida, deixando seus sarcófagos. Em seguida vem Aspicia, sua ama, e filha do poderoso Faraó. Aproximando-se do inglês, ela coloca a mão em seu coração. Nesse momento, uma mágica metamorfose ocorre: Lord Wilson e seu assistente transformam-se em egípcio, passando a se chamar Taor e Passiphonte. Encantado com a beleza de Aspicia, Taor tenta segui-la, mas a princesa desaparece em meio à névoa.
Cena III
Taor e seu criado se apressam em busca de Aspicia, acham-na, por milagre, dormindo em uma pedra coberta de musgo. Perto dali, estão seus criados, exaustos pelo calor intenso. Aspicia acorda e reconhece o atraente jovem, ignorando tudo ao seu redor, eles olham um ao outro fixamente.
Ao longe, sons de caçada podem ser ouvidos, Aspicia pede a Taor que se esconda. Ramze, escrava de Aspicia, que notou o estranho, tenta persuadir sua ama à partir. Os caçadores aparecem e advertem Aspicia que existe um leão por perto.
Aspicia sai com os caçadores em perseguição ao leão, que é cercado, mas, de repente ele foge do círculo de caçadores e ameaça a princesa. Taor, que de seu esconderijo está acompanhando a cena horrorizado, apanha um arco, que foi deixado para trás por um dos caçadores, e habilmente alveja o coração do leão. Aspicia é salva!
O Faraó chega ao ver sua filha nos braços de um estranho, ordena que Taor seja preso. Aspicia conta que Taor salvou sua vida e deveria ser recompensado. A ira do Faraó transforma-se em gratidão, ordenando que o jovem seja libertado e o convidando para ir à seu palácio.
Ato II
Taor visita Aspicia em seu suntuoso palácio e declara a ela seu amor. O Faraó entra, cercado por dignitários e oficiais do palácio, seguidos pelo Rei da Nubia, que veio pedir a mão da filha do Faraó em casamento. O poderoso egípcio concorda em dar a mão de sua filha em casamento ao Rei da Nubia, e os dois homens assinam um tratado de amizade.
Taor visita Aspicia em seu suntuoso palácio e declara a ela seu amor. O Faraó entra, cercado por dignitários e oficiais do palácio, seguidos pelo Rei da Nubia, que veio pedir a mão da filha do Faraó em casamento. O poderoso egípcio concorda em dar a mão de sua filha em casamento ao Rei da Nubia, e os dois homens assinam um tratado de amizade.
Ouvindo isto, Taor fica desesperado. Aspicia tenta tranqüilizá-lo, e promete que nunca será de ninguém que não ele. O Faraó determina que comecem as festividades para marcar o casamento de sua filha.
No auge das festividades, Taor consegue a chave de uma porta secreta, pela qual o casal foge do palácio.
O Faraó fica furioso quando percebe o desaparecimento da filha, e ordena que o casal de fugitivos seja capturado. Ao notar a porta secreta, o Rei da Nubia parte, com seus guardas, em busca de Taor e Aspicia.
Ato III
Ato III
Cena I
Taor e Aspicia escondem-se em uma cabana de um pescador, às margens do Nilo. Ao anoitecer, o pescador prepara-se para ir pesca e chamar seus convidados para vir também. Aspicia decide não ir. Taor a aconselha descansar e sai com o pescador.
Tão logo Taor sai, o Rei de Nubia, acompanhado por seus guardas, entra na cabana. Aspicia só tem certeza de que seu casamento com o Rei irá separá-la para sempre do homem que ama. Então, para evitar ser pega, ela corre para a janela e lança-se no Nilo.
Cena II
O poderoso deus do Nilo recebe Aspicia calorosamente, e reconhece-a como filha do Faraó, mas ela tem apenas um pedido: ver Taor novamente. O desejo de Aspicia é concedido, e ela volta a pisar em terra firme, para reencontrar seu amado.
Cena III - O palácio do Faraó
O Faraó do Egito, desesperado, ordena que Taor seja trazido em sua presença e ameaça matá-lo se não lhe disser onde Aspicia está, mas Taor de fato não sabe.
O Faraó condena o jovem à morte, com uma picada de cobra, mas neste momento, ao longe o som de uma alegre marcha pode ser ouvido: o pescador achou Aspicia. Ela lança-se nos braços de seu pai e lhe conta de suas aventuras. Depois de ouvir falar de suas ameaças, o Faraó ordena que o Rei vá embora, mas não perdoa Taor por seqüestrar sua filha. Aspicia diz a seu pai que ela se matará lançando-se à cobra se ele não libertar Taor. Tocado pela abnegação de sua filha e pela profundidade de seu sentimento, ele perdoa Taor e dá sua bênção ao casal. No auge das festividades, a cena é coberta em nuvens.
Cena IV
Cena IV
Lord Wilson acorda e olha a seu redor, atônito, vê a tumba de Aspicia e sorri, ao lembrar de seu maravilhoso sonho.
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